“Ensina a criança no caminho em que deve andar e ao crescer não se esquecerá dele” Is 38:19
terça-feira, 17 de abril de 2012
Professor Paulo assume a Coordenação Pedagógica
O professor Paulo Fonseca, caminha agora para uma nova fase em sua vida profissional dentro da Rede de Ensino do Estado de São Paulo, ele assumiu na última terça-feira dia 09/04/2012 a Coordenação Pedagógica do Ensino Médio da Escola Eugênia Ferrarezzi Nunes.
Nesses poucos dias que esteve a frente da Coordenação da Unidade já pode sentir em casa e esta pronto para colaborar com crescimento da unidade em seus Projetos.
Embora possua projetos particulares o professor diz que deverá apenas nestes primeiros meses acostumar-se a rotina nova e quer impantar apenas 10 diretrizes para sua Coordenação nestes primeiros meses
Formado na área de Humanas Licenciado em Geografia, História e em Pedagogia, com enfase a Educação Especial, sua experiência como vai além dessa áreas, como Palestrante Motivacional e Pastor Evangélico.
@redação
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Vídeo Registro do Projeto Lugares de Aprender - Fazenda Capoava - Prof Paulo - Alunos EE Ana Mesquita
Vídeo Registro do Projeto Lugares de Aprender
Saiu na Rede no Nucleo de Vídeo da secretaria de Educação e de Cultura do Estado de São Paulo o Vídeo da Visita á Fazenda Capoava, conduzida pelo Professor Paulo (história) e Luciana (Ciências). Confira o vídeo abaixo já editado pela Secretaria da Educação.
Visita ao Memorial do Tietê - Salto - SP - Visita com tour e ecoaula
Vídeo Registro do Projeto Lugares de Aprender
Registro dos alunos em vídeo da Visita á Memorial do Tietê, na cidade de Salto, conduzida pelo Professor Paulo (história). Confira o vídeo da entidade e o amador, já editado pelo alunos abaixo:
@redação
Cabreúva, São Paulo, Brazil
Praça Dezesseis de Julho, 2-46 - Centro, Salto - São Paulo, 13320-209, Brasil
sexta-feira, 23 de março de 2012
Grêmio 2012 - Comitê Eleitoral - Escola Ana Mesquita Laurini
Conforme definido no Regimento da Escola e discussões em sala de aula alunos e os Gestores, o Comitê para as Eleições de 2012 da escola, após a adesão dos Partidos, Candidatos e Eleitores, publicaram na escola lista com o nome de todos os participantes, juntamente com aviso de que o prazo regimental para se inscrever nas eleições venceu dia 20/03/2012.
Se você é aluno e se inscreveu para as eleições 2012 da escola, acessando o link abaixo você pode verificar se seu cadastro está correto e se houver alguma diferença solicitar o ajuste através deste blog ou ainda diretamente com os Gestores da Escola e os Professores da Comissão Eleitoral Prof. Paulo e Prof.a Flaviana.
LISTA DE PARTICIPANTES ELEIÇÕES 2012 - ANA MESQUITA
@redação
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
A escravidão negra africana no Brasil e sua complexidade-socio cultural'
A escravidão é o grande sustentáculo do processo de colonização do continente Americano, a partir do século XVI.e no século XV os portugueses compravam escravos na África para as colónias de Açores e madeira, ilhas no Oceano Atlântico onde já si produzia açúcar. Longe de se ter a uma forma homogénea de relação de trabalho, a escravidão foi marcada pelas mais diferentes caracterizações ao longo do período colonial. No caso da colonização lusitana, a utilização de escravos sempre foi vista como a mais viável alternativa para que os dispendiosos empreendimentos de exploração tivessem a devida funcionalidade.
A obtenção de escravos era feita a partir de firmação de acordos comerciais com algumas tribos, principalmente as que se localizavam na região do litoral Atlântico do continente. Na verdade, a escravidão já integrava as práticas sociais e econômicas dos africanos mesmo antes do processo colonial. Em geral, essa população escrava era resultado da realização de guerras ou da aplicação de penas contra aqueles que cometessem algum tipo de delito.
A partir da chegada dos portugueses à África, a prática antes desenvolvida no contexto social e político das populações africanas, veio a integrar uma atividade comercial sistemática integrada à economia mercantilista européia. Dessa maneira, a escravidão se transformou em uma atividade econômica de caráter essencial.
O transporte era feito da África para o Brasil nos porões do navios negreiros. Amontoados, em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil, sendo que os corpos eram lançados ao mar.Eram proibidos de praticar sua religião de origem africana ou de realizar suas festas e rituais africanos. Tinham que seguir a religião católica, imposta pelos senhores de engenho, adotar a língua portuguesa na comunicação. Mesmo com todas as imposições e restrições, não deixaram a cultura africana se apagar. Escondidos, realizavam seus rituais, praticavam suas festas, mantiveram suas representações artísticas e até desenvolveram uma forma de luta: a capoeira.No Século do Ouro (XVIII) alguns escravos conseguiam comprar sua liberdade após adquirirem a carta de alforria. Juntando alguns "trocados" durante toda a vida, conseguiam tornar-se livres. Porém, as poucas oportunidades e o preconceito da sociedades acabavam fechando as portas para estas pessoas.
Nas fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram tratados da pior forma possível. Trabalhavam muito (de sol a sol), recebendo apenas trapos de roupa e uma alimentação de péssima qualidade. Passavam as noites nas senzalas (galpões escuros, úmidos e com pouca higiene) acorrentados para evitar fugas. Eram constantemente castigados fisicamente, sendo que o açoite era a punição mais comum no Brasil Colônia.
As constantes guerras intertribais foram usadas pelos colonos no estabelecimento de alianças que favoreciam tanto os interesses dos colonos como dos próprios índios.
Os portugueses com estas alianças obtinham mão-de-obra, através da tradição da regra Tupi de cunhadaço, na aquisição de "índios de corda" e de um exercito aliado poderoso.
Podemos dizer que os escravos estavam em quaze tudo na Colônia:nas plantações,nos serviços domesticos,nas manufarturas de açúcar,na construções de casas e das estradas.nos açougues,no comércio ambulante,nas lojas na cidade de gado,nas oficinas dos sapateiros,dos ferreiros,dos carpinteiros...
Como diz o texto muitos Portugueses não queriam viver num continente distante.
Os portugueses dividiam os índios em dois grupos: os “índios mansos” e os “índios bravos”. Os índios “bravos” eram inimigos , faziam alianças com europeus inimigos, eram considerados estrangeiros, justificando as chamadas “guerras justas”. Os índios “mansos” eram os aliados dos portugueses, eram fundamentais para o fortalecimento dos portugueses, eram vassalos do Rei de Portugal e defensores das fronteiras do Brasil português.
No Brasil os ìndios tinham seu proprio modo de vida.Precisavam trabalhar pesado apenas para os Colonos enriquecerem.Visto de outro lado( o europeu), os ìndios so iriam trabalhar na colonização se fossem obrigados a isso.Então desse modo os ìndios se tornaram os primeiros escravos do Brasil.
A partir da metade do século XIX a escravidão no Brasil passou a ser contestada pela Inglaterra. Interessada em ampliar seu mercado consumidor no Brasil e no mundo, o Parlamento Inglês aprovou a Lei Bill Aberdeen (1845), que proibia o tráfico de escravos, dando o poder aos ingleses de abordarem e aprisionarem navios de países que faziam esta prática.Somente no final do século XIX é que a escravidão foi mundialmente proibida. Aqui no Brasil, sua abolição se deu em 13 de maio de 1888 com a promulgação da Lei Áurea, feita pela Princesa Isabel.
Se a lei deu a liberdade jurídica aos escravos, a realidade foi cruel com muitos deles. Sem moradia, condições econômicas e assistência do Estado, muitos negros passaram por dificuldades após a liberdade. Muitos não conseguiam empregos e sofriam preconceito e discriminação racial. A grande maioria passou a viver em habitações de péssimas condições e a sobreviver de trabalhos informais e temporários.
''A fonte de escravos''
Alguns pesquisadores atuais acreditam que mais de 300 povos africanos vieram pra cá como escravos>No século XVI, os portugueses detinham o monopólio do tráfico de escravos.Naquele momento eram praticamente o único povo Europeu a coonseguir cativos na África.Eles obtinham as mercadorias humanas na faixa que ia da costa do senegal,passando por Guiné-Bissau, guiné até Serra Leoa.Essa parte da África ao norte da linha do Equador era a famosa Guiné.De lá é que vieram os povos mandinguas,Hauças,Peules e outros.
No sécul XVII, os escravos que chegaram no Brasil vieram principalmente do Congo e da Angola.e já no século XVIII.os escravos que vieram para o Brasil eram originários da Costa do Ouro,mais ou menos onde hoje estao Gana e Togo,Benin
e Nigéria.Especialmnete a Bahia que recebeu os escravos que vinham do Benin.
No século XIX. a tendêndencia era trazer os escravos para o Brasil diretamente ds colôsnias portuguesas em Angola e Moçambique.
Alguns ex-escravos do Brasil consegiram voltar para a África e se estabelecer em portos do litoral da Nigeria.
Ninguem escravizou porque se divertia submetendo as pessoas, mas poruqe naquela situação histórica os europeus não encontraram outra maneira de obter mão-de-obra.Alem das necessidades econômicas, existia a mentalidade da época.A escravidão não era escandalosa como é hoje.
Na verdade, a escravidão já integrava as práticas sociais e económicas dos africanos mesmo antes do processo colonial. Tanto nos engenhos quanto nas minas, os escravos executavam as tarefas mais duras, difíceis e perigosas.
As mulheres também foram escravizadas e executavam, principalmente, atividades domésticas. Os filhos de escravos também tinham que trabalhar por volta dos 8 anos de idade.
Mais os negros também apresentavam resistência. Lutavam contra os seus dominadores, tinham ideais de liberdade, buscavam se organizar em busca da não escravização e tentavam se impor diante do homem branco. Mas os rigores da escravização do negro africano foi muito mais cruel do que do índio brasileiro. Somente o fato de serem arrancados de suas terras e das suas famílias já demonstrava o tamanho da crueldade a que se submeteriam. Além do mais, os olhares portugueses eram bem mais depreciativos sobre o africano do que do índio. Poder-se-ia até dizer que o índio era menos igual ao português em relação aos demais povos europeus enquanto que o negro africano era considerado realmente diferente.
A rotina de trabalho desses escravos era árdua e envolvia uma pesada rotina de trabalho que poderia alcançar um turno de dezoito horas diárias. As condições de vida eram precárias, sua alimentação extremamente limitada e não contava com nenhum tipo de assistência ou garantia. Além disso, aqueles que se rebelavam contra a rotina imposta eram mortos ou torturados.
Os escravos domésticos que viviam no interior das residências tinham melhores condições de vida e tinham a relativa confiança de seus proprietários. Geralmente os cargos domésticos eram ocupados por escravas incumbidas de cuidar da casa, das crianças e, inclusive, estar sexualmente disponível ao seu senhor. Nas cidades, ainda temos a figura dos escravos de ganho, que poderia reverter lucro ao seu dono ao cuidar de um comércio ou vender produtos.
''Os índios nao eram preguisosos''
Como diz o texto até hoje se houve dizer que 'os ìndios era preguiçosos' e que por isso os portugueses preferiam os escravos Africanos.Mais não é bem assim, por que os ìndios passavam dias sem dormir, caçando em florestas perigosas.E com disse no texto pessoas preguiçosas não iria executar esse tipo de tarefas.
Os ìndios nunca admitiram o cativeiro.Sempre foram bravos guerreiros e lutaram até o fim para não serem capturados, eles sempre planeava fugas quando eram capturado para servirem de escravos.
Os quilombos abrigavam diversas etnias africanas e a própria cultura colonial.Não eram todos os quilombos que se propunham a invadir fazendas e libertar escravos.Havia quilombas que simplesmente queriam sobreviver e a comerciar com as cidades coloniais portuguesas.
Os maiores e mais famosos quilombos foram os do Ambrósio e Buraco do tatu (Minas Gerais,séc XVIII) Urubu e Caluda (Bahia.começo só séc XIX), Bacaxá e Curuncango (rio de Janeiro séc XVIII),codó (Maranhão,séc XIX) e claro o inesquecivel Palmares,em Alagoas.
Um dos motivos dos escravos africanos superarem os índigenos foi que muitos índios morreram por que foram expulsos de suas terras e massacrados pelos homens brancos.por causa das doenças que os Europeus trouxeram da Europa.
Os bispos e os padres acreditavam que a escravidão na América era um meio de trazer os africanos para a "verdadeira religião".Muitos diziam que a escravidão era o preço do pecado.
Muitos escravos provavelmente não se viam como vítimas de uma injustiça.
em relação aos índios a Igreja católica não aceitava que fosse escravizados.eles fazia questão de se responsabilizar por eles e de catequizá-los.Impressionou o rei até que eles decretou uma lei proibindo que os colonos escravizassem os índigenas.
A maioria dos escravos trabalhou a vida inteira sem desobedecer.a escravidão foi uma história de de brutalidades.Um dos castigos comuns era o tronco, onde era amarrado nele de costas,totalmente nu.E com um chicote de cinco pontas de couro molhados batias neles.
A tortura dos escravos não era causadas pela maldade humana, mais pelo sistema económico que deformava os homens.como disse o texto até mesmo os padres tinham escravos.
--Tendo forte presença no desenvolvimento histórico da sociedade brasileira, a escravidão africana trouxe marcas profundas para a atualidade. Entre outros problemas destacamos a desvalorização atribuída às atividades abraçais, um imenso processo de exclusão sócio-económica e, principalmente, a questão do preconceito racial. Mesmo depositado no passado, podemos ver que as heranças de nosso passado escravista ecoam na constituição da sociedade brasileira.
Mayara Nunes Pereira
Texto enviado por colaborador sem edição de texto por parte do blog, editor.
@redação
sábado, 15 de outubro de 2011
Atividade escolar - EE Ana Mesquita Laurini
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Mouse Mischief - Tecnologia útil em sala de aula
Aqui algumas considerações que extraímos do site da microsoft e se você se interessar deve acessar clicando a seguir no link Microsoft ,sobre a tecnologia do uso do mouse interativo, muito pratico e útil.
P. O que é o Mouse Mischief?
R.O Mouse Mischief é um suplemento para Microsoft PowerPoint 2010 e Microsoft Office PowerPoint 2007 que permite aos professores criar e reproduzir aulas para múltiplos mouses, com as quais os alunos podem interagir em uma única tela, seja individualmente ou em equipes, usando seus próprios mouses.
P. Quais são algumas das maneiras de usar o Mouse Mischief para tornar as aulas interessantes?
R.Você pode usar o Mouse Mischief para criar slides sim/não ou slides de perguntas de múltipla escolha para os alunos responderem clicando na resposta certa com seus mouses; em seguida, você pode exibir o painel de resultados para mostrar a eles seu desempenho. Também é possível criar slides de pesquisa sem respostas certas predefinidas. É possível criar slides de desenho, nos quais os alunos podem riscar, circundar ou colorir as respostas, desenhar linhas para ligar objetos e criar novos desenhos ou completar desenhos antigos. Você pode colocar um cronômetro para que os alunos disputem para ver quem consegue terminar a atividade primeiro. Também é possível reproduzir as aulas no modo Equipe, em que todos os alunos da equipe precisam trabalhar juntos e concordar quanto à resposta certa, ao mesmo tempo em que disputam contra outras equipes. Existem várias maneiras de usar o Mouse Mischief para tornar suas aulas mais interessantes! O único limite é a sua imaginação!
P. O que são aulas para múltiplos mouses?
R.Aulas para múltiplos mouses são aulas criadas com o suplemento Mouse Mischief. Você pode criá-las no PowerPoint e incluir slides com perguntas de múltipla escolha ou slides de desenho, em que aproximadamente 5 a 25 alunos podem participar usando seus próprios mouses.
P. Onde posso obter mais aulas para múltiplos mouses?
R.Disponibilizamos exemplos de aula de matemática, artes e estudos sociais aqui ou você pode baixar aulas com o Mouse Mischief criadas por outros usuários na categoria múltiplos mouses do Office.com.
P. Quantos alunos podem participar de uma aula com o Mouse Mischief?
R.Dependendo da variabilidade de PCs e do hardware USB, o número de alunos participantes de uma aula com o Mouse Mischief pode variar de aproximadamente de 5 a 25. Clique aqui para ver os requisitos do sistema. Para assegurar o melhor desempenho em slides de desenho, limite-se a um grupo menor de usuários simultâneos, uma vez que o desempenho poderá diminuir em caso de grupos maiores.
P. Como professor, de que maneira posso controlar a atividade quando uso o Mouse Mischief?
R.Como professor que usa o Mouse Mischief, você tem acesso a Controles de Apresentação na parte inferior da tela que permitem controlar o ritmo e a fluência da aula. Você pode usar os controles para pausar a lição e explicar um ponto ou pode apagar todas as entradas dos alunos e zerar uma tela. Se os alunos demorarem mais tempo em uma atividade, você poderá motivá-los ativando um cronômetro. Se os alunos estiverem se desviando da tarefa, você também poderá usar os controles para ocultar os cursores de todos os alunos e recuperar a atenção. Use a função de resultados nos Controles de Apresentação para exibir e ocultar resultados.
P. De qual versão do Office PowerPoint e do Windows eu preciso para instalar o Mouse Mischief?
R.O Mouse Mischief funciona com o PowerPoint 2010 e o Office PowerPoint 2007. Você terá o melhor desempenho do Mouse Mischief se usar os sistemas operacionais Windows 7 e Windows Vista. O Mouse Mischief também funciona no sistema operacional Windows XP SP3, trabalhando com aproximadamente cinco mouses neste cenário. Para obter mais informações sobre software — incluindo uma versão de avaliação gratuita para download do Office — consulte os requisitos do sistema.
P. Como conectar vários mouses USB ao computador?
R.Você pode conectar os mouses usando um hub USB, seja ele alimentado do computador ou por uma fonte independente. Se forem usados mouses sem fio, é recomendável hubs USB com alimentação. Consulte o Supervisor de Configuração para obter mais detalhes sobre hardware e configuração.
P. O Mouse Mischief está disponível no meu país?
R.O Mouse Mischief está disponível no mundo inteiro nos seguintes idiomas: árabe, português (Brasil), chinês simplificado, chinês tradicional, inglês, francês, alemão, japonês, coreano, russo, espanhol, tailandês e turco.
P. O Mouse Mischief integra-se a sistemas de gerenciamento de aprendizado e quadros de comunicações interativos?
R.Todas estas são áreas de pesquisa constante, e esperamos receber seus comentários. No momento, os quadros de comunicações só podem ser utilizados para exibir conteúdo do Mouse Mischief; não há integração de entrada entre o Mouse Mischief e quadros de comunicações interativos.
P. Posso usar teclados com o Mouse Mischief?
R.Pode ser usado um único teclado para controle da lição pelo professor. No momento, teclados múltiplos com identificação individual e outros periféricos não são reconhecidos pelo Mouse Mischief.
P. O Mouse Mischief está relacionado ao SDK do Windows MultiPoint Mouse?
R.Sim, o Mouse Mischief é um aplicativo que foi projetado com base no SDK do MultiPoint Mouse.
P. Onde posso obter outros aplicativos para múltiplos mouses?
R.Visite o Windows MultiPoint Mouse SDK Showcase, onde você pode baixar e experimentar os mais recentes aplicativos para mouse múltiplo.
@redação
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