sexta-feira, 6 de abril de 2012

Vídeo Registro do Projeto Lugares de Aprender - Fazenda Capoava - Prof Paulo - Alunos EE Ana Mesquita


Vídeo Registro do Projeto Lugares de Aprender

Saiu na Rede no Nucleo de Vídeo da secretaria de Educação e de  Cultura do Estado de São Paulo o Vídeo  da Visita á Fazenda Capoava, conduzida pelo Professor Paulo (história) e Luciana (Ciências). Confira o vídeo abaixo já editado pela Secretaria da Educação.





Visita ao Memorial do Tietê - Salto - SP - Visita com tour e ecoaula


Vídeo Registro do Projeto Lugares de Aprender

Registro dos alunos em vídeo  da Visita á Memorial do Tietê, na cidade de Salto, conduzida pelo Professor Paulo (história). Confira o vídeo da entidade e o amador, já editado pelo alunos abaixo:








 @redação

sexta-feira, 23 de março de 2012

Grêmio 2012 - Comitê Eleitoral - Escola Ana Mesquita Laurini


Conforme definido no Regimento da Escola e discussões em sala de aula alunos e os Gestores, o Comitê para as Eleições de 2012 da escola,  após a adesão dos Partidos, Candidatos e Eleitores, publicaram na escola lista com o nome de todos os participantes, juntamente com aviso de que o prazo regimental para se inscrever nas eleições venceu dia 20/03/2012.

Se você é aluno e se inscreveu para as eleições 2012 da escola, acessando o link abaixo você pode verificar se seu cadastro está correto e se houver alguma diferença solicitar o ajuste através deste blog ou ainda diretamente com os Gestores da Escola e os Professores da Comissão Eleitoral Prof. Paulo e Prof.a Flaviana.

LISTA DE PARTICIPANTES ELEIÇÕES 2012 - ANA MESQUITA 

@redação 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A escravidão negra africana no Brasil e sua complexidade-socio cultural'


A escravidão é o grande sustentáculo do processo de colonização do continente Americano, a partir do século XVI.e no século XV os portugueses compravam escravos na África para as colónias de Açores e madeira, ilhas no Oceano Atlântico onde já si produzia açúcar. Longe de se ter a uma forma homogénea de relação de trabalho, a escravidão foi marcada pelas mais diferentes caracterizações ao longo do período colonial. No caso da colonização lusitana, a utilização de escravos sempre foi vista como a mais viável alternativa para que os dispendiosos empreendimentos de exploração tivessem a devida funcionalidade.
A obtenção de escravos era feita a partir de firmação de acordos comerciais com algumas tribos, principalmente as que se localizavam na região do litoral Atlântico do continente. Na verdade, a escravidão já integrava as práticas sociais e econômicas dos africanos mesmo antes do processo colonial. Em geral, essa população escrava era resultado da realização de guerras ou da aplicação de penas contra aqueles que cometessem algum tipo de delito. 
A partir da chegada dos portugueses à África, a prática antes desenvolvida no contexto social e político das populações africanas, veio a integrar uma atividade comercial sistemática integrada à economia mercantilista européia. Dessa maneira, a escravidão se transformou em uma atividade econômica de caráter essencial.

O transporte era feito da África para o Brasil nos porões do navios negreiros. Amontoados, em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil, sendo que os corpos eram lançados ao mar.Eram proibidos de praticar sua religião de origem africana ou de realizar suas festas e rituais africanos. Tinham que seguir a religião católica, imposta pelos senhores de engenho, adotar a língua portuguesa na comunicação. Mesmo com todas as imposições e restrições, não deixaram a cultura africana se apagar. Escondidos, realizavam seus rituais, praticavam suas festas, mantiveram suas representações artísticas e até desenvolveram uma forma de luta: a capoeira.No Século do Ouro (XVIII) alguns escravos conseguiam comprar sua liberdade após adquirirem a carta de alforria. Juntando alguns "trocados" durante toda a vida, conseguiam tornar-se livres. Porém, as poucas oportunidades e o preconceito da sociedades acabavam fechando as portas para estas pessoas.
Nas fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram tratados da pior forma possível. Trabalhavam muito (de sol a sol), recebendo apenas trapos de roupa e uma alimentação de péssima qualidade. Passavam as noites nas senzalas (galpões escuros, úmidos e com pouca higiene) acorrentados para evitar fugas. Eram constantemente castigados fisicamente, sendo que o açoite era a punição mais comum no Brasil Colônia.
As constantes guerras intertribais foram usadas pelos colonos no estabelecimento de alianças que favoreciam tanto os interesses dos colonos como dos próprios índios. 
 Os portugueses com estas alianças obtinham mão-de-obra, através da tradição da regra Tupi de cunhadaço, na aquisição de "índios de corda" e de um exercito aliado poderoso.
  Podemos dizer que os escravos estavam em quaze tudo na Colônia:nas plantações,nos serviços domesticos,nas manufarturas de açúcar,na construções de casas e das estradas.nos açougues,no comércio ambulante,nas lojas na cidade de gado,nas oficinas dos sapateiros,dos ferreiros,dos carpinteiros...
   Como diz o texto muitos Portugueses não queriam viver num continente distante.
Os portugueses dividiam os índios em dois grupos: os “índios mansos” e os “índios bravos”. Os índios “bravos” eram inimigos , faziam alianças com europeus inimigos, eram considerados estrangeiros, justificando as chamadas “guerras justas”. Os índios “mansos” eram os aliados dos portugueses, eram fundamentais para o fortalecimento dos portugueses, eram vassalos do Rei de Portugal e defensores das fronteiras do Brasil português.
 No Brasil os ìndios tinham seu proprio modo de vida.Precisavam trabalhar pesado apenas para os Colonos enriquecerem.Visto de outro lado( o europeu), os ìndios so iriam trabalhar na colonização se fossem obrigados a isso.Então desse modo os ìndios se tornaram os primeiros escravos do Brasil.
A partir da metade do século XIX a escravidão no Brasil passou a ser contestada pela Inglaterra. Interessada em ampliar seu mercado consumidor no Brasil e no mundo, o Parlamento Inglês aprovou a Lei Bill Aberdeen (1845), que proibia o tráfico de escravos, dando o poder aos ingleses de abordarem e aprisionarem navios de países que faziam esta prática.Somente no final do século XIX é que a escravidão foi mundialmente proibida. Aqui no Brasil, sua abolição se deu em 13 de maio de 1888 com a promulgação da Lei Áurea, feita pela Princesa Isabel.   
Se a lei deu a liberdade jurídica aos escravos, a realidade foi cruel com muitos deles. Sem moradia, condições econômicas e assistência do Estado, muitos negros passaram por dificuldades após a liberdade. Muitos não conseguiam empregos e sofriam preconceito e discriminação racial. A grande maioria passou a viver em habitações de péssimas condições e a sobreviver de trabalhos informais e temporários.
  ''A fonte de escravos''
Alguns pesquisadores atuais acreditam que mais de 300 povos africanos vieram pra cá como escravos>No século XVI, os portugueses detinham o monopólio do tráfico de escravos.Naquele momento eram praticamente o único povo Europeu a coonseguir cativos na África.Eles obtinham as mercadorias humanas na faixa que ia da costa do senegal,passando por Guiné-Bissau, guiné até Serra Leoa.Essa parte da África ao norte da linha do Equador era a famosa Guiné.De lá é que vieram os povos mandinguas,Hauças,Peules e outros.
 No sécul XVII, os escravos que chegaram no Brasil vieram principalmente do Congo e da Angola.e já no século XVIII.os escravos que vieram para o Brasil eram originários da Costa do Ouro,mais ou menos onde hoje estao Gana e Togo,Benin
e Nigéria.Especialmnete a Bahia que recebeu os escravos que vinham do Benin.
 No século XIX. a tendêndencia era trazer os escravos para o Brasil diretamente ds colôsnias portuguesas em Angola e Moçambique.
 Alguns ex-escravos do Brasil consegiram voltar para a África e se estabelecer em portos do litoral da Nigeria.
 Ninguem escravizou porque se divertia submetendo as pessoas, mas poruqe naquela situação histórica os europeus não encontraram outra maneira de obter mão-de-obra.Alem das necessidades econômicas, existia a mentalidade da época.A escravidão não era escandalosa como é hoje.
Na verdade, a escravidão já integrava as práticas sociais e económicas dos africanos mesmo antes do processo colonial.  Tanto nos engenhos quanto nas minas, os escravos executavam as tarefas mais duras, difíceis e perigosas.
As mulheres também foram escravizadas e executavam, principalmente, atividades domésticas. Os filhos de escravos também tinham que trabalhar por volta dos 8 anos de idade.
 Mais os negros também apresentavam resistência. Lutavam contra os seus dominadores, tinham ideais de liberdade, buscavam se organizar em busca da não escravização e tentavam se impor diante do homem branco. Mas os rigores da escravização do negro africano foi muito mais cruel do que do índio brasileiro. Somente o fato de serem arrancados de suas terras e das suas famílias já demonstrava o tamanho da crueldade a que se submeteriam. Além do mais, os olhares portugueses eram bem mais depreciativos sobre o africano do que do índio. Poder-se-ia até dizer que o índio era menos igual ao português em relação aos demais povos europeus enquanto que o negro africano era considerado realmente diferente.
A rotina de trabalho desses escravos era árdua e envolvia uma pesada rotina de trabalho que poderia alcançar um turno de dezoito horas diárias. As condições de vida eram precárias, sua alimentação extremamente limitada e não contava com nenhum tipo de assistência ou garantia. Além disso, aqueles que se rebelavam contra a rotina imposta eram mortos ou torturados.
Os escravos domésticos que viviam no interior das residências tinham melhores condições de vida e tinham a relativa confiança de seus proprietários. Geralmente os cargos domésticos eram ocupados por escravas incumbidas de cuidar da casa, das crianças e, inclusive, estar sexualmente disponível ao seu senhor. Nas cidades, ainda temos a figura dos escravos de ganho, que poderia reverter lucro ao seu dono ao cuidar de um comércio ou vender produtos. 
''Os índios nao eram preguisosos''
Como diz o texto até hoje se houve dizer que 'os ìndios era preguiçosos' e que por isso os portugueses preferiam os escravos Africanos.Mais não é bem assim, por que os ìndios passavam dias sem dormir, caçando em florestas perigosas.E com disse no texto pessoas preguiçosas não iria executar esse tipo de tarefas.
Os ìndios nunca admitiram o cativeiro.Sempre foram bravos guerreiros e lutaram até o fim para não serem capturados, eles sempre planeava fugas quando eram capturado para servirem de escravos.
Os quilombos  abrigavam diversas etnias africanas e a própria cultura colonial.Não eram todos os quilombos que se propunham a invadir fazendas e libertar escravos.Havia quilombas que simplesmente queriam sobreviver e a comerciar com as cidades coloniais portuguesas.
Os maiores e mais famosos quilombos foram os do Ambrósio e Buraco do tatu (Minas Gerais,séc XVIII) Urubu e Caluda (Bahia.começo só séc XIX), Bacaxá e Curuncango (rio de Janeiro séc XVIII),codó (Maranhão,séc XIX) e claro o inesquecivel Palmares,em Alagoas.
Um dos motivos dos escravos africanos superarem os índigenos foi que muitos índios morreram por que foram expulsos de suas terras e massacrados pelos homens brancos.por causa das doenças que os Europeus trouxeram da Europa.
Os bispos e os padres acreditavam que a escravidão na América era um meio de trazer os africanos para a "verdadeira religião".Muitos diziam que a escravidão era o preço do pecado.
Muitos escravos provavelmente não se viam como vítimas de uma injustiça.
em relação aos índios a Igreja católica não aceitava que fosse escravizados.eles fazia questão de se responsabilizar por eles e de catequizá-los.Impressionou o rei até que eles decretou uma lei proibindo que os colonos escravizassem os índigenas.
A maioria dos escravos trabalhou a vida inteira sem desobedecer.a escravidão foi uma história de de brutalidades.Um dos castigos comuns era o tronco, onde era amarrado nele de costas,totalmente nu.E com um chicote de cinco pontas de couro molhados batias neles.
A tortura dos escravos não era causadas pela maldade humana, mais pelo sistema económico que deformava os homens.como disse o texto até mesmo os padres tinham escravos.
--Tendo forte presença no desenvolvimento histórico da sociedade brasileira, a escravidão africana trouxe marcas profundas para a atualidade. Entre outros problemas destacamos a desvalorização atribuída às atividades abraçais, um imenso processo de exclusão sócio-económica e, principalmente, a questão do preconceito racial. Mesmo depositado no passado, podemos ver que as heranças de nosso passado escravista ecoam na constituição da sociedade brasileira.

Mayara Nunes Pereira 

Texto enviado por colaborador sem edição de texto por parte do blog, editor.
@redação

sábado, 15 de outubro de 2011

Atividade escolar - EE Ana Mesquita Laurini

Atividade Escolar - Trabalho e Trabalhador - EE Ana Mesquita  - Pamela TomazAtividade escolar do conteúdo de história desenvolvida pela aluna Paloma Tomaz do 2 ano do ensino médio.

Outubro de 2011 



 @ redação - postagem por colaborador, sem edição ou revisão textual

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Mouse Mischief - Tecnologia útil em sala de aula

Aqui algumas considerações que extraímos do site da microsoft e se você se interessar  deve acessar clicando a seguir no link Microsoft ,sobre a tecnologia do uso do mouse interativo, muito pratico e útil.


P. O que é o Mouse Mischief?


R.O Mouse Mischief é um suplemento para Microsoft PowerPoint 2010 e Microsoft Office PowerPoint 2007 que permite aos professores criar e reproduzir aulas para múltiplos mouses, com as quais os alunos podem interagir em uma única tela, seja individualmente ou em equipes, usando seus próprios mouses.



P. Quais são algumas das maneiras de usar o Mouse Mischief para tornar as aulas interessantes?


R.Você pode usar o Mouse Mischief para criar slides sim/não ou slides de perguntas de múltipla escolha para os alunos responderem clicando na resposta certa com seus mouses; em seguida, você pode exibir o painel de resultados para mostrar a eles seu desempenho. Também é possível criar slides de pesquisa sem respostas certas predefinidas. É possível criar slides de desenho, nos quais os alunos podem riscar, circundar ou colorir as respostas, desenhar linhas para ligar objetos e criar novos desenhos ou completar desenhos antigos. Você pode colocar um cronômetro para que os alunos disputem para ver quem consegue terminar a atividade primeiro. Também é possível reproduzir as aulas no modo Equipe, em que todos os alunos da equipe precisam trabalhar juntos e concordar quanto à resposta certa, ao mesmo tempo em que disputam contra outras equipes. Existem várias maneiras de usar o Mouse Mischief para tornar suas aulas mais interessantes! O único limite é a sua imaginação!



P. O que são aulas para múltiplos mouses?


R.Aulas para múltiplos mouses são aulas criadas com o suplemento Mouse Mischief. Você pode criá-las no PowerPoint e incluir slides com perguntas de múltipla escolha ou slides de desenho, em que aproximadamente 5 a 25 alunos podem participar usando seus próprios mouses.



P. Onde posso obter mais aulas para múltiplos mouses?


R.Disponibilizamos exemplos de aula de matemática, artes e estudos sociais aqui ou você pode baixar aulas com o Mouse Mischief criadas por outros usuários na categoria múltiplos mouses do Office.com.



P. Quantos alunos podem participar de uma aula com o Mouse Mischief?


R.Dependendo da variabilidade de PCs e do hardware USB, o número de alunos participantes de uma aula com o Mouse Mischief pode variar de aproximadamente de 5 a 25. Clique aqui para ver os requisitos do sistema. Para assegurar o melhor desempenho em slides de desenho, limite-se a um grupo menor de usuários simultâneos, uma vez que o desempenho poderá diminuir em caso de grupos maiores.




P. Como professor, de que maneira posso controlar a atividade quando uso o Mouse Mischief?


R.Como professor que usa o Mouse Mischief, você tem acesso a Controles de Apresentação na parte inferior da tela que permitem controlar o ritmo e a fluência da aula. Você pode usar os controles para pausar a lição e explicar um ponto ou pode apagar todas as entradas dos alunos e zerar uma tela. Se os alunos demorarem mais tempo em uma atividade, você poderá motivá-los ativando um cronômetro. Se os alunos estiverem se desviando da tarefa, você também poderá usar os controles para ocultar os cursores de todos os alunos e recuperar a atenção. Use a função de resultados nos Controles de Apresentação para exibir e ocultar resultados.






P. De qual versão do Office PowerPoint e do Windows eu preciso para instalar o Mouse Mischief?


R.O Mouse Mischief funciona com o PowerPoint 2010 e o Office PowerPoint 2007. Você terá o melhor desempenho do Mouse Mischief se usar os sistemas operacionais Windows 7 e Windows Vista. O Mouse Mischief também funciona no sistema operacional Windows XP SP3, trabalhando com aproximadamente cinco mouses neste cenário. Para obter mais informações sobre software — incluindo uma versão de avaliação gratuita para download do Office — consulte os requisitos do sistema.


P. Como conectar vários mouses USB ao computador?


R.Você pode conectar os mouses usando um hub USB, seja ele alimentado do computador ou por uma fonte independente. Se forem usados mouses sem fio, é recomendável hubs USB com alimentação. Consulte o Supervisor de Configuração para obter mais detalhes sobre hardware e configuração.


P. O Mouse Mischief está disponível no meu país?


R.O Mouse Mischief está disponível no mundo inteiro nos seguintes idiomas: árabe, português (Brasil), chinês simplificado, chinês tradicional, inglês, francês, alemão, japonês, coreano, russo, espanhol, tailandês e turco.


P. O Mouse Mischief integra-se a sistemas de gerenciamento de aprendizado e quadros de comunicações interativos?


R.Todas estas são áreas de pesquisa constante, e esperamos receber seus comentários. No momento, os quadros de comunicações só podem ser utilizados para exibir conteúdo do Mouse Mischief; não há integração de entrada entre o Mouse Mischief e quadros de comunicações interativos.


P. Posso usar teclados com o Mouse Mischief?


R.Pode ser usado um único teclado para controle da lição pelo professor. No momento, teclados múltiplos com identificação individual e outros periféricos não são reconhecidos pelo Mouse Mischief.


P. O Mouse Mischief está relacionado ao SDK do Windows MultiPoint Mouse?


R.Sim, o Mouse Mischief é um aplicativo que foi projetado com base no SDK do MultiPoint Mouse.


P. Onde posso obter outros aplicativos para múltiplos mouses?


R.Visite o Windows MultiPoint Mouse SDK Showcase, onde você pode baixar e experimentar os mais recentes aplicativos para mouse múltiplo.

@redação

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O segredo das Campeãs do Idesp


10 segredos das melhores escolas estaduais da capital


AÇÕES DE SUCESSO  - IDESP
1. Pais participativos 
2. Professores motivados 
3. Ambiente limpo e organizado 
4. Continuidade da gestão 
5. Boa infra-estrutura 
6. Parcerias com instituições privadas 
7. Trabalho em equipe 
8. Rigidez com alunos e atenção aos professores 
9. Foco na aprendizagem 
10. Inclusão digital
1. Pais participativos
 
A continuidade da gestão da direção se mostrou um dos fatores fundamentais para o bom desempenho das escolas no Idesp. Nao Blanca, a diretora Edy Baldassi está desde 2002 no cargo. Maria Cleusa Martins dirige os funcionários, professores e alunos da Rui Bloem há seis anos. Na Ennio Voss, Tatiana Kym assumiu a direção há cerca de um mês, após uma gestão de dez anos da antiga diretora, Cleusa Pulice. "Não tenho dúvidas de que esse resultado se deve, em grande parte, a um trabalho de longos anos da antiga direção", diz Tatiana. "A pequena rotatividade de professores e da direção foi importantíssima para o nosso desempenho", afirma Solange Ribeiro, vice-diretora da Blanco
5. Boa infraestrutura



A Blanca, a Ennio Voss e a Rui Bloem contam com sala de leitura, laboratório de informática, salas de aula limpas e espaçosas, quadras de esportes, anfiteatro, além de prédios bem cuidados. Esse fator se mostrou importante para o bom desempenho das escolas principalmente entre os alunos, que demonstram satisfação com as possibilidades oferecidas pelas escolas. "É muito bom estudar em uma escola que tem estrutura e é 'arrumadinha'", diz Paula Maria Suassuna, do 3º ano da Rui Bloem. Mas não basta ter uma boa infra-estrutura sem cuidar dela. É essencial que tudo seja limpo e organizado. Nas três escolas campeãs, os espaços além da sala de aula são parte importante na formação das crianças e adolescentes
6. Parcerias com instituições privada

Diante dos recursos limitados das escolas públicas, fazer parcerias com instituições privadas pode ser uma forma de oferecer aos alunos recursos a que eles não teriam acesso de outra maneira. Na Rui Bloem, por exemplo, os estudantes do 2º e do 3º ano podem tirar dúvidas sobre as disciplinas escolares na unidade do Jabaquara do cursinho Objetivo, além de receber descontos caso queiram se matricular no pré-vestibular da mesma instituição. A escola também recebe gratuitamente material didático do grupo. A parceria é fundamental principalmente para os alunos que pretendem ingressar na universidade. Já a Ennio Voss, por meio do projeto Parceiros da Educação, foi adotado pela Vivo, que doou 35 notebooks para a escola, além de ter feito um levantamento das principais necessidades do colégio para dar início a um plano de investimentos. Qualquer escola pode demonstrar interesse em participar do projeto. Basta que o diretor entre em contato com o Parceiros da Educação pelo e-mail contato@parceirosdaeducacao.org.br

7. Trabalho em equipe

 A maior diferença da Blanca em relação a todas as outras escolas em que trabalhei é o espírito de equipe que existe aqui", afirmaMarta Rezende, coordenadora pedagógica de 1ª a 4ª série. Segundo ela, na Blanca, todos os professores e funcionários trabalham unidos. "É um trabalho muito contagiante", conta. Na Ennio Voss e na Rui Bloem, essa característica se repete e é atribuída principalmente ao trabalho das diretoras, consideradas as responsáveis pela motivação de professores e funcionários. "Tudo começa com a direção, que tem a responsabilidade de formar uma boa equipe", diz Eliana Marquezin, coordenadora pedagógica da escola de Ensino Médio
 
8. Rigidez com alunos e  atenção aos professores


Disciplina e rigidez na medida certa são essenciais para a qualidade de uma escola, comprovam a experiência das campeãs do Idesp na capital paulista. Isso vale para alunos e professores. "Aqui na Rui Bloem, os professores só podem faltar se avisarem com antecedência", afirma a diretora Maria Cleusa. "Não adianta ter rigidez só com os alunos. Os professores também devem respeitar as regras." Na Ennio Voss, a rigidez da direção e dos professores faz com que os problemas de indisciplina sejam raros. "Nós estamos sempre em contato com os pais e não deixamos de avisá-los quando os alunos cabulam aula, por exemplo. E a maioria gosta dessa rigidez", conta a diretora
9. Foco na aprendizagem

As três campeãs do Idesp na cidade de São Paulo trabalham com foco na aprendizagem. O Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo), um dos itens que compõem o Idesp, é utilizado pelas escolas como forma de levantar e analisar as dificuldades dos alunos. "A partir de um levantamento, estabelecemos um plano de trabalho em que a produção de textos foi intensificada", conta Solange, vice-diretora da Blanca. As escolas também trabalham de olho nas metas estabelecidas pela Secretaria de Educação. Outro ponto em comum é a atenção dada aos alunos que apresentam mais dificuldades de aprendizagem. Recuperação aos sábados, turmas especiais para alunos repetentes e trabalho especial com psicólogos são alguns dos recursos das escolas para ajudar as crianças e adolescentes com mais dificuldades
10. Inclusão digital

Já é consenso entre especialistas que o acesso à internet e a ferramentas tecnológicas é essencial na formação de crianças e adolescentes. Não basta que as escolas tenham computadores se eles não forem conectados à Internet, por exemplo. Nas três escolas visitadas pela reportagem do Educar, um dos pontos de maior destaque foi justamente a qualidade das salas de informática. Com computadores novos e conectados, as salas ficam à disposição dos alunos durante o horário das aulas e no contraturno. Na Rui Bloem, os estudantes usam os computadores para fazer trabalhos pedidos pelos professores e também apara acessar ferramentas como MSN, Orkut e blogs, que estão entre as preferidas dos adolescentes. Já os alunos da Ennio Voss têm acesso a notebooks


fonte : http://educarparacrescer.abril.com.br/
Redação / Edição  @tveducação



As três escolas atribuem os resultados obtidos no Idesp em grande parte à familia dos alunos, que, em sua maioria, é participativa e interessada na Educação dos filhos. "Os pais não deixam de vir nas reuniões que fazemos aos sábados e nunca falta gente para ajudar na organização das festas da escola", afirma a diretora da Ennio Voss, Tatiana Kym. O mesmo acontece na Blanca e na Rui Bloem, que têm APMs (Associações de Pais e Mestres) muito atuantes. "É necessário buscar uma parceria ideal, sem delegar plenos poderes nem transferir para a escola toda a formação das crianças", diz Marta Rezende, coordenadora pedagógica da Blanca. Mesmo no Ensino Médio, é fundamental que a família esteja atenta ao desempenho escolar do adolescente, alerta Maria Cleusa Martins, diretora do Rui
2. Professores motivados

E consenso entre diretores, alunos, pais e até entre os próprios professores que um dos fatores que mais influem na qualidade de uma escola é a motivação dos mestres. Não basta cumprir horário ou apenas aplicar avaliações. Na Rui Bloem, por exemplo, os professores procuram trabalhar com materiais diversificados, como músicas e filmes, para despertar o interesse dos adolescentes. As coordenadoras pedagógicas da Ennio Voss, Vera Lúcia Torres e Edith Paes, admitem que enfrentam muitas adversidades, mas nem por isso deixam de fazer o seu trabalho. "O ideal seria que tivéssemos apenas 20 alunos por sala, em vez de 35, e que o salário dos professores fosse digno. Mas isso não é desculpa para não trabalhar direito", afirma Edith. Para que os professores sejam empenhados, é fundamental um bom trabalho da direção. Na Ennio Voss, segundo Tatiana Kym, a principal responsável pelo bom trabalho dos professores atualmente é a antiga diretora, que ficou dez anos no cargo
3. Ambiente limpo e organizado
 
Todas as três escolas visitadas pela reportagem do Educar impressionam pela organização, limpeza e ambiente agradável. Nada de paredes e carteiras riscadas, pintura deteriorada ou instalações em más condições de uso. Nao Blanca, há cópias de obras de arte nos corredores. Na Rui Bloem, as paredes são pintadas com cores vivas, transformando a escola em um ambiente alegre. Na Ennio Voss, há uma pequena sala de estar logo na entrada do colégio, com cadeiras especiais para receber os visitantes. A organização e a limpeza das escolas estão diretamente ligadas à rigidez dos professores e da direção, o que imimpede que os alunos cometam pequenos atos de vandalismo, como riscar as paredes e jogar lixo no chão
4. Continuidade da gestão